Demorou, mas (parece que) vai sair...
Nova fase de descobertas e decisões. Muitas delas em um novo ambiente, diferente daquele de dois anos atrás. Ambiente melhor, eu diria. Porém, mais complexo. Está aí um problema da maturidade: complexidade.
Estou com vontade de ler Poe, e dar um tempo com Saramago. Estou com vontade de passear na Redenção.
Tenho tanta coisa para refletir... Ando até pagando para me ajudarem a refletir!
domingo, 6 de setembro de 2009
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Poesia no fim do túnel
Certa vez uma querida amiga minha disse... " (...) mais poesia, Ely.."
Sabe... concordo.
Poesia existe. Mesmo no meio das derivadas e limites tendendo ao infinito.
Lá, fazendo uma otimização dinâmica, parace que "the city of blinding lights" parece realmente brilhar.
Sim, Walras também deve ter pensado com carinho em seu leiloeiro. No meio dos teoremas de ponto fixo, surge uma apaixonado qualquer metendo os pés pelas mãos.
Na confusão da contabilidade geralmente negativa, parece que o churros (à Chaves) tem um sabor de canela recém moída.
Resultados ruins estragam o fígado, mas, às vezes, ajustam a cabeça e amolecem o coração (?).
Pouca grana, pouco resultado, pouco destaque... nem por isso, vida pouca.
De pouco em pouco, melhor que nada... falo da poesia.
Sabe... concordo.
Poesia existe. Mesmo no meio das derivadas e limites tendendo ao infinito.
Lá, fazendo uma otimização dinâmica, parace que "the city of blinding lights" parece realmente brilhar.
Sim, Walras também deve ter pensado com carinho em seu leiloeiro. No meio dos teoremas de ponto fixo, surge uma apaixonado qualquer metendo os pés pelas mãos.
Na confusão da contabilidade geralmente negativa, parece que o churros (à Chaves) tem um sabor de canela recém moída.
Resultados ruins estragam o fígado, mas, às vezes, ajustam a cabeça e amolecem o coração (?).
Pouca grana, pouco resultado, pouco destaque... nem por isso, vida pouca.
De pouco em pouco, melhor que nada... falo da poesia.
quinta-feira, 13 de março de 2008
Ensino, pesquisa, extensão... e trote!
Já fazem alguns ano que frequento a UFRGS. Primeiro foi graduação, depois mestrado e agora doutorado. Amadureci muito nesta instituição. Construí não só conhecimento científico, mas minha personalidade tem um pé nos prédios daquela universidade.
De um modo geral, devo muito a UFRGS. Mais do que isso, devo, concordem ou não, à sociedade, por financiar meus estudos.
Mas, mesmo exaltando esta minha admiração e gratidão, existem certas coisas que, confesso, não consigo entender (por "entender", leia-se, "achar uma explicação razoável").
A principal delas é o trote. Ano após ano, a situação se repete. Me parece uma celebração da estupidez por parte daqueles que são, por assim dizer, uma espécie e "elite intelectual".
Um paradoxo, efetivamente.
Nada pode ser mais paradoxal do que um estudante universitário (futuro profissional altamente qualificado) ser flagrado jogando bálsamo alemão na cabeça de calouros, ou "solicitando" que as pessoas juntem algo no chão sem dobrar os joelhos, ou espalhando erva-mate com ovo no cabelo das pessoas.
Em geral, quem aplica os trotes é a turma que está no segundo período do curso, ou seja, que "levou" o trote no período anterior. Claro! Eles conquistaram o direito de vingança, o recalque arraigado no meio do orgulho algum dia ferido pelos seus veteranos.
Não existe nenhum tipo de justificativa que dê sustentação a esse tipo de atitude no seio de um instituição de ensino. Nem mesmo o argumento - mais imbecil que a própria atitude - de que os calouros gostam das "brincadeiras". Se o calouro gosta, que bom... pra ele... que faça tratamento de pele com água de peixe e ovo podre em casa.
Não bastasse a total falta de bom senso e de respeito pelos colegas que estão chegando, é um atentado físico. Ou você acha saudável nadar em um piscina com todo tipo de porcaria (e.g., pés de porco, cabeças de galinha, peixe podre, etc)??
Pergunta: será que os bixos devem se "rebelar" e não permitir estes trotes?
Seria uma alternativa. Mas, ela é complicada por uma série de questões (incluindo a própria pressão por parte dos veteranos).
A solução tem de ser de ordem regulamentar. Além de regras, precisamos sanção.
De um modo geral, devo muito a UFRGS. Mais do que isso, devo, concordem ou não, à sociedade, por financiar meus estudos.
Mas, mesmo exaltando esta minha admiração e gratidão, existem certas coisas que, confesso, não consigo entender (por "entender", leia-se, "achar uma explicação razoável").
A principal delas é o trote. Ano após ano, a situação se repete. Me parece uma celebração da estupidez por parte daqueles que são, por assim dizer, uma espécie e "elite intelectual".
Um paradoxo, efetivamente.
Nada pode ser mais paradoxal do que um estudante universitário (futuro profissional altamente qualificado) ser flagrado jogando bálsamo alemão na cabeça de calouros, ou "solicitando" que as pessoas juntem algo no chão sem dobrar os joelhos, ou espalhando erva-mate com ovo no cabelo das pessoas.
Em geral, quem aplica os trotes é a turma que está no segundo período do curso, ou seja, que "levou" o trote no período anterior. Claro! Eles conquistaram o direito de vingança, o recalque arraigado no meio do orgulho algum dia ferido pelos seus veteranos.
Não existe nenhum tipo de justificativa que dê sustentação a esse tipo de atitude no seio de um instituição de ensino. Nem mesmo o argumento - mais imbecil que a própria atitude - de que os calouros gostam das "brincadeiras". Se o calouro gosta, que bom... pra ele... que faça tratamento de pele com água de peixe e ovo podre em casa.
Não bastasse a total falta de bom senso e de respeito pelos colegas que estão chegando, é um atentado físico. Ou você acha saudável nadar em um piscina com todo tipo de porcaria (e.g., pés de porco, cabeças de galinha, peixe podre, etc)??
Pergunta: será que os bixos devem se "rebelar" e não permitir estes trotes?
Seria uma alternativa. Mas, ela é complicada por uma série de questões (incluindo a própria pressão por parte dos veteranos).
A solução tem de ser de ordem regulamentar. Além de regras, precisamos sanção.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Inacreditável! (como ainda sou capaz de pensar que isso é "inacreditável"???)
Fui a Caixa Econômica Federal... entrei, e peguei a senha de atendimento... senha número XXX, horário de retirada da senha: 12:05.
Cheguei ao guichê de atendimento, guichê nº 2, exatamente às 13:38.
Para os que estão com um pouco de preguiça de calcular: 1 hora e 33 minutos entre a retirada da senha e o atendimento.
Segundo a Lei da Fila do Município de Porto Alegre, Lei 8.192 - alterada depois pela Lei 9.992, o tempo de atendimento é como segue (segundo a Lei 9.992):
Art. 2º ...
I - até 15 (quinze) minutos em dias normais;
II - até 20 (vinte) minutos em véspera ou após feriados prolongados e em dias de pagamentos de funcionários públicos municipais, estaduais e federais.
Digamos que a Caixa levou um pouquinho mais do que estipulado pela Lei para me atender!
Detalhes sórdidos:
- Não havia identificador de tempo de espera na agência (o que também é determinado pela Lei);
- Havia apenas um guichê para idosos e portadores de necessidades especiais;
- Havia apenas dois guichês de atendimento regular;
- Entre estes dois havia revezamento, pois era meio-dia, horário de almoço dos funcionários;
- O caixa não deixou eu ficar com a senha para provar a hora que eu tinha entrado, sob a alegação de que não estava escrita a hora de saída, ou seja, não iria servir para muita coisa;
- O atendimento é uma porcaria.
Fim da estória...
Ou vocês acham que vale a pena reclamar para alguém?
Cheguei ao guichê de atendimento, guichê nº 2, exatamente às 13:38.
Para os que estão com um pouco de preguiça de calcular: 1 hora e 33 minutos entre a retirada da senha e o atendimento.
Segundo a Lei da Fila do Município de Porto Alegre, Lei 8.192 - alterada depois pela Lei 9.992, o tempo de atendimento é como segue (segundo a Lei 9.992):
Art. 2º ...
I - até 15 (quinze) minutos em dias normais;
II - até 20 (vinte) minutos em véspera ou após feriados prolongados e em dias de pagamentos de funcionários públicos municipais, estaduais e federais.
Digamos que a Caixa levou um pouquinho mais do que estipulado pela Lei para me atender!
Detalhes sórdidos:
- Não havia identificador de tempo de espera na agência (o que também é determinado pela Lei);
- Havia apenas um guichê para idosos e portadores de necessidades especiais;
- Havia apenas dois guichês de atendimento regular;
- Entre estes dois havia revezamento, pois era meio-dia, horário de almoço dos funcionários;
- O caixa não deixou eu ficar com a senha para provar a hora que eu tinha entrado, sob a alegação de que não estava escrita a hora de saída, ou seja, não iria servir para muita coisa;
- O atendimento é uma porcaria.
Fim da estória...
Ou vocês acham que vale a pena reclamar para alguém?
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Mudanças...
O Capitão da nave mais estelar do universo informa:
- novos ventos sopram... poeira cósmica... provavelmente provocará mudança.
- mudança?! - pergunta, surpreso, o co-piloto.
- sim, mudança de rota.
- vamos para outro lugar?!
- calma, jovem co-piloto. Novas rotas podem levá-lo ao mesmo lugar. Mas, outros caminhos podem ensinar novas verdades sobre o destino.
O co-piloto sorriu, aliviado.
- novos ventos sopram... poeira cósmica... provavelmente provocará mudança.
- mudança?! - pergunta, surpreso, o co-piloto.
- sim, mudança de rota.
- vamos para outro lugar?!
- calma, jovem co-piloto. Novas rotas podem levá-lo ao mesmo lugar. Mas, outros caminhos podem ensinar novas verdades sobre o destino.
O co-piloto sorriu, aliviado.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Amor doação
Dizem que amar demais faz mal. Dizem que amar demais enjoa, cansa. Não concordo... Não concordo, MESMO...
O amor, aquele verdadeiro, grandão, só cresce. Ele não pode diminuir, pois é nutrido dia-a-dia. Não tem como ficar menor, ele nescessita crescer.
É assim, porque conforme vamos desvendando a pessoa com quem estamos, percebemos que ainda a amamos pouco. Percebemos que aquela pessoa merece ainda mais dedicação, cuidado, respeito, carinho. É como acertar a dosagem de algum ingrediente em uma receita... a diferença é que, no final, provavelmente vamos descobrir que quanto maior a dose, melhor - sem limite.
Ao mesmo tempo que esse amor cresce, ele também se aperfeiçoa. É justamente aí que reside a sabedoria dos que amam. Se não houver sabedoria, aí sim esse "amor" cansa, e faz mal. É a sabedoria que faz com que o amor que sentimos preencha e aproxime os corações, e não os afaste. É esta sabedoria que ajuda o amor a crescer forte e sadio sem o transformar em instrumento de dominação.
O amor que cresce é aquele capaz de transformar. Quando se ama alguém, mudamos em função da pessoa. Não que isso seja uma necessidade para "amarrar" aquele alguém. Mas, a mudança surge naturalmente, para satisfazer a nós mesmos. Só nos sentimos bem quando sabemos que estamos fazendo o bem para o outro. E isso, às vezes, implica mudanças.
Por isso disse que temos a impressão de que amamos pouco. Pois, quando se ama, existe a constante impressão de que podemos sempre melhorar, podemos sempre nos aperfeiçoar enquanto companheiro e ser humano.
Para mim, esse é o verdadeiro amor, o grandão. Quando o sentimento é sincero a ponto de ser força motora para mudanças pessoais em prol do outro. Em suma, amor não é egoísmo, é doação. Não se ama para si, se ama para o outro. O AMOR é incondicional.
"O amor não consiste em olhar um para o outro, mas sim em olhar juntos para a mesma direção" Saint-Exupéry
O amor, aquele verdadeiro, grandão, só cresce. Ele não pode diminuir, pois é nutrido dia-a-dia. Não tem como ficar menor, ele nescessita crescer.
É assim, porque conforme vamos desvendando a pessoa com quem estamos, percebemos que ainda a amamos pouco. Percebemos que aquela pessoa merece ainda mais dedicação, cuidado, respeito, carinho. É como acertar a dosagem de algum ingrediente em uma receita... a diferença é que, no final, provavelmente vamos descobrir que quanto maior a dose, melhor - sem limite.
Ao mesmo tempo que esse amor cresce, ele também se aperfeiçoa. É justamente aí que reside a sabedoria dos que amam. Se não houver sabedoria, aí sim esse "amor" cansa, e faz mal. É a sabedoria que faz com que o amor que sentimos preencha e aproxime os corações, e não os afaste. É esta sabedoria que ajuda o amor a crescer forte e sadio sem o transformar em instrumento de dominação.
O amor que cresce é aquele capaz de transformar. Quando se ama alguém, mudamos em função da pessoa. Não que isso seja uma necessidade para "amarrar" aquele alguém. Mas, a mudança surge naturalmente, para satisfazer a nós mesmos. Só nos sentimos bem quando sabemos que estamos fazendo o bem para o outro. E isso, às vezes, implica mudanças.
Por isso disse que temos a impressão de que amamos pouco. Pois, quando se ama, existe a constante impressão de que podemos sempre melhorar, podemos sempre nos aperfeiçoar enquanto companheiro e ser humano.
Para mim, esse é o verdadeiro amor, o grandão. Quando o sentimento é sincero a ponto de ser força motora para mudanças pessoais em prol do outro. Em suma, amor não é egoísmo, é doação. Não se ama para si, se ama para o outro. O AMOR é incondicional.
"O amor não consiste em olhar um para o outro, mas sim em olhar juntos para a mesma direção" Saint-Exupéry
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Sonho, sonho e mais sonho...
Sou um sonhador inveterado
Gosto de ser assim
É isso que me move
Fases difíceis pelas quais passei: em todas elas meus sonhos pareciam estar enfraquecidos.
Hoje recebi uma mensagem com este vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=bXyDTR4CZEw
Queria tanto que fosse sempre assim
Queria não precisar pensar em dinheiro
Queria poder sair na rua e ver as pessoas todas serenas
Queria que a comida que a gente joga fora alimentasse bocas famintas
Queria ser menos egoísta e preguiçoso, para ajudar mais
Queria que o mundo fosse menos mesquinho
Queria chutar para longe a tecnologia que avança e esquece de quem a produz
Queria poder viver num mundo só de amor
Queria deixar de escutar pessoas falando de ideologias idiotas
Queria que as pessoas deixassem de dizer que o capitalismo é uma droga
que o comunismo é uma beleza, que a democracia salva
Será que elas não percebem que o que está errado está dentro de nós?
Não há sistema perfeito, não há partido
Não há outra ideologia que concerte este mundo torto...
... só existe uma
... a ideologia de quem ama
De quem ama loucamente
De quem não consegue segurar o amor que carrega e transborda
De quem faz tudo com fé, com fé de que aquilo é o melhor que pode oferecer
Ama o outro, ama a ti mesmo, ama... e depois contempla um mundo novo.
PS.: eu sei que esse vídeo é uma propaganda para vender mais produtos produzidos por multinacionais que vem ao nosso país subdesenvolvido e arrebentam com a indústia nacional. Não precisa me dizer isso, eu já sei.
Mas, pelo menos por um instante, se deixe envolver. Nós somos capazes de viver assim. Eu me nego a acreditar que não.
Larga um pouco a tua ideologia de Moinhos de Vento ou de Cidade Baixa. Abraça a ideologia do AMOR.
Gosto de ser assim
É isso que me move
Fases difíceis pelas quais passei: em todas elas meus sonhos pareciam estar enfraquecidos.
Hoje recebi uma mensagem com este vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=bXyDTR4CZEw
Queria tanto que fosse sempre assim
Queria não precisar pensar em dinheiro
Queria poder sair na rua e ver as pessoas todas serenas
Queria que a comida que a gente joga fora alimentasse bocas famintas
Queria ser menos egoísta e preguiçoso, para ajudar mais
Queria que o mundo fosse menos mesquinho
Queria chutar para longe a tecnologia que avança e esquece de quem a produz
Queria poder viver num mundo só de amor
Queria deixar de escutar pessoas falando de ideologias idiotas
Queria que as pessoas deixassem de dizer que o capitalismo é uma droga
que o comunismo é uma beleza, que a democracia salva
Será que elas não percebem que o que está errado está dentro de nós?
Não há sistema perfeito, não há partido
Não há outra ideologia que concerte este mundo torto...
... só existe uma
... a ideologia de quem ama
De quem ama loucamente
De quem não consegue segurar o amor que carrega e transborda
De quem faz tudo com fé, com fé de que aquilo é o melhor que pode oferecer
Ama o outro, ama a ti mesmo, ama... e depois contempla um mundo novo.
PS.: eu sei que esse vídeo é uma propaganda para vender mais produtos produzidos por multinacionais que vem ao nosso país subdesenvolvido e arrebentam com a indústia nacional. Não precisa me dizer isso, eu já sei.
Mas, pelo menos por um instante, se deixe envolver. Nós somos capazes de viver assim. Eu me nego a acreditar que não.
Larga um pouco a tua ideologia de Moinhos de Vento ou de Cidade Baixa. Abraça a ideologia do AMOR.
Assinar:
Postagens (Atom)